31 agosto, 2012

Mas eu me mordo de ciúmes


Tava montando o álbum do pititico, escrevendo as datas mais importantes e tal, e percebi algo que me deixou pê da vida. A maioria dos fatos marcantes não foram comigo! 

Tá lá assim:

Qual a primeira palavra?
- vovó.

Quem ouviu?
- vovó Catarina.

Quando sentou sozinho?
- aos 5 meses e meio.

Quem estava perto?
- Vovó Catarina.

E por aí vai.

Pra que comprei um álbum desse? Porque não se pergunta o básico: quando sentou, quando falou. Pra que saber com quem foi? Uiiii.

Tá, mas o dentinho fui EU quem vi primeiro.

Eu amo a minha mãe e sou eternamente agradecida por ela cuidar tão bem do meu filhote, mas é que quando penso que ele tá crescendo tão rapidinho, que já já tá mocinho, meu coração fica apertado. E ainda vem aquelas pessoas dizerem: se você não trabalhasse. Ah tá, acabem comigo.

Outro dia lá no minha mãe que disse, li sobre a culpa por  não trabalhar fora. Acho que de qualquer jeito a culpa nos persegue (as mães), trabalhando fora ou não, temos é que nos livrar dela. Logo, não me sinto culpada e sim, enciumada.

Antes para o meu filho só servia eu. Só o meu mamá, o meu colo, haha, eu não tinha tempo pra nada. Mas ele cresceu um pouquinho e já me tornei dispensável! Que é isso minha gente? Oiiii, a mamãe é a melhor coisa desse mundo filho!

Sim, sim, eu queria mesmo é ter o meu pititico só pra mim sabe?

Egoísta eu? Imagina. Toda mãe quer.

Mas a realidade é outra né, fazer o que? Claro que eu queria ficar na minha casinha, mostrando os bichos pro meu pititico, comendo frutinha no pé, mas eu preciso trabalhar uai? E eu gosto do trabalho.

Então, vou fazendo o que posso. Tranquei a faculdade esse ano e não lamento por isso. Meu filho é a maior benção que já ganhei nessa vida.

O que me alegra é que ele me ama, haha. Ele sente a minha falta.

Hã?

Claro que sente. Minha mãe diz que ele me chama o dia inteiro e até nos falamos por telefone. Sem contar que quando é hora de ir pra casa ele fica inquieto, não quer saber de brincadeira. Adora quando eu chego. Ai, é só amor.

E o meu filhote tá lindo, esperto, sendo bem cuidado pelos meus pais (tá, tô me consolando uai, deixa eu).

Aproveito muito todo o tempo que temos juntos: beijo, cheiro, deito no chão, brinco de esconde-esconde na cortina etc.

Ufa, desabafei.

Mas o bichinho chamado ciúmes continua me mordendo...







30 agosto, 2012

Os blogs que eu sigo


Eu sempre adorei a blogosfera materna, mesmo antes de engravidar. Quando descobri que gerava uma pessoinha em meu ventre então, não larguei mais. 

Acompanhava a vida de várias mamães e seus bebês. Me identificava com algumas que também estavam grávidas. Visitava todos os dias, pelo menos uns dez blogs que estavam na minha lista favorita. Queria saber das novidades e dava uma tristeza quando não postavam nada, snif. Eu conheci a vida de muitas famílias dessa forma. É muito interessante como a gente até se sente parte dela! Sabia como era a mãe, como tinha sido o parto, olhava as fotos dos filhotes. 

Eu aprendi muito, vi experiências, peguei dicas. Meu pititico nasceu e confesso, foi útil tudo o que li.
Não abandonei essa paixão pelos blogs, ao contrário me aproximei ainda mais.

Daí nasceu a coragem de criar  o meu. Queria escrever  e deixar registrado a alegria que o meu filhote trouxe pras nossas vidas. Mas não era só isso. Queria também compartilhar, trocar experiências e quem sabe até ajudar outras mães.

Então o meu blog nasceu. Estou adorando guardar ali cada acontecimento da vida do meu filhote. E já recebi muitas visitinhas, comentários, o que me deixa muito feliz! E é sobre isso que tava pensando: eu visitava os blogs todos os dias, mas não comentava em nenhum, não sei se de vergonha, ou pensava que não faria diferença, sei lá.  

Mas agora percebo que os comentários são importantes sim. É claro que queremos escrever para ser uma recordação, uma lembrança de quando essa fase passar. Mas compartilhar é tão bom não é mesmo? Eu adoro quando comentam no meu blog e adoro comentar também. Porque a verdade é que passamos a ser amigas, partilhamos das mesmas coisas, dos mesmos medos, das mesmas alegrias que só as mães conhecem. 

Eu já me sinto em casa nos meus blogs favoritos, rs. Assumi de vez "o ser blogueira" e meu marido tá até gostando. Falo com ele das outras mães e fica parecendo que somos amigas mesmo, de conhecer pessoalmente sabe?

Não quero que isso acabe nunca, nunquinha, e agradeço muito pelas 1.294 visitas, pelos 23 comentários deixados aqui e as 13 mamães e filhinhos que nos seguem!

28 agosto, 2012

Sobre o pititico

Quem é mãe de menino sabe: se depender do pai o filho será jogador de futebol!
Lá em casa, o Álvaro vai jogar no Barcelona. Não riam. É sério. Bom, o marido é quem diz. Claro que se ele quiser eu apoio, rs. O pititico já gosta de futebol e sabe até torcer, para o atlético é claro. Olha como a camisa combina com ele:




















Meu filhote também aprendeu a "chamar com as mãozinhas". Acho que de tanto a gente falar vem cá e fazer o gesto. É a coisa mais linda. Ele chama as pessoas, o carrocho, o passarinho, o pato, a galinha, o peru etc, (moro perto da minha sogra e ela tem tudo isso). Ele chama tudo que vê pela frente. E ainda fica olhando pra mão admirado com o que já sabe fazer.

Agora quer dormir de bruços. Vê se pode? O papai morre de medo dele sufocar. Então a gente tá sempre olhando como ele está. Ele mexe demais. Rola de um lado pro outro. Tem hora que tá com o rosto grudado na grade do berço. Meu Deus! 
Na mamada da madrugada não quer mais dormir no colo. Assim que termina a mamadeira e arrota, me empurra e só sossega quando ponho de volta no berço. Eu gosto porque volto rapidinho pra minha cama. 

Já sabe direitinho o que significa não. E acreditam que já tá fazendo birra quando escuta um? Se joga pra trás e diz: ummmmmmmmm. Ai ai, seguro pra não rir, tenho que ensinar desde cedo né?

Quer se levantar em tudo. Já prendeu a mão na gaveta duas vezes, e eu quase morri de dó!

Os dois dentinhos inferiores estão apontando. Assim que der vou tirar uma foto, claro.

Sei que ele tá um fofo. Emeson fica admirado. Domingo, tava sentado no sofá com ele no colo, e o pititico ficava olhando pra ele e rindo. Maridão falava comigo: olha isso, tem como não amar? Não não tem. E cada dia amamos mais. 

Só posso agradecer a Deus pelo filho lindo que ele nos deu e aproveitar, beijar, cheirar, ninar, pegar no colo essa benção chamada Álvaro.

Ah, e continua se arrastando de bumbum, acho que não vai engatinhar mesmo. Há algum outro pititico que também fez ou faz assim? Conta aí vai. 


27 agosto, 2012

O tema da festinha

E o tema será: CIRCO! Pronto, decidido. Fica lindo, tudo colorido. Dei uma olhada na internet e encontrei muitas coisas legais. Olha só:


24 agosto, 2012

O ipê amarelo

Sabe, na entrada da minha casa tem um ipê amarelo que agora está repleto de flores. Ele me traz belas lembranças. Estava conversando com  meu marido sobre isso. 

No ano passado ele estava lindo, muito florido, amarelinho. E eu também estava linda, rs, grávida e muito feliz. 

Existem coisas que marcam momentos das nossas vidas para sempre. Esse ipê amarelo é uma delas. Todos os anos em que ele florir virá bem claro em minha memória aqueles maravilhosos 5 meses do meu pititico ali, no aconchego da minha barriga. 




"Foto tirada em 31/07/2011, às 14:29 h, pelo papai mais lindo"

23 agosto, 2012

Organizando a festinha

Oi meninas!

A noite que passou não foi lá grande coisa. Meu pititico acordou quatro vezes, chorando. Acredito ser por causa do dentinho que tá "apontando". E o nariz também tava bem entupido. Cinco e meia acordou e aí só quis ficar no colo. Ainda bem que o papai ficou com ele porque já estava quase na hora de me levantar pra ir trabalhar. Que essa noite seja melhor!

Bom, mas quero falar sobre o 1º aniversário do meu filhote. Começou a saga, rs. Agradeço as dicas das mamães Renata e Carol  . Pesquisando na internet acho que os itens necessários pra festinha do pititico são:

- Data, hora e local;
- Lista de convidados;
- Tema;
- Decoração;
- Convite e papelaria;
- Bolo;
- O que servir;
- Recreação;
- Músicas;
- Lembrancinhas;
- Fotografia;
- Roupa do aniversariante;

Já decidi que vai ser lá em casa mesmo. Quanto à data, dia 08/12, vai ser um sábado e é feriado aqui em BH, então tô pensando em fazer no dia certo. Ainda tô pensando na hora. O que acham? Às 15:00 tá bom? Quanto tempo deve durar?

Bjs! 

22 agosto, 2012

1º aniversário

Faltam menos de quatro meses para o meu pititico completar 1 aninho! E o tempo corre né?

Eu fiquei pensando: dar uma festa pra todos os parentes, amigos, conhecidos e por aí vai; uma festa só pra quem filho; ou uma festa só pra família.

Bom, decidi pela terceira opção: dar uma festinha só pra família. Não quero (nem posso) gastar muito, mas queria fazer tudo bonitinho. Já decidi que vai ser em casa mesmo. 

Como vocês comemoraram o primeiro aniversário de seus filhotes? Me ajudem! Help?

O primeiro dentinho!


Ontem, depois do jantar, fui dar água pro pititico. Dei em um copo de vidro. Aí ele começou a "morder" o copo e, fez um barulhinho diferente. Olhei pra ele surpresa e disse:

- Tá nascendo seu dentinho meu amor?

Ele riu. Tentei ver. Ele não deixou. Passei o dedo. Sim, sim, sim! 

Depois de muito babar, coçar a gengiva, morder tudo que encontra pela frente, tá nascendo o primeiro dentinho do meu filhote. Aos 8 meses e 13 dias. Ai que emoção!!!

20 agosto, 2012

O que é ser mãe

Quando eu estava grávida li um texto que me marcou. Compartilho com vocês. Me digam se não é a mais pura verdade.

"Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em ‘começar uma família’.

‘Nós estamos fazendo uma pesquisa’, ela diz, meio de brincadeira. ‘Você acha que eu deveria ter um bebê?’

‘Vai mudar a sua vida,’ eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro.


‘Eu sei,’ ela diz, ‘nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .’


Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar ‘E se tivesse sido o MEU filho?’ Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzí-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de ‘Mãe!’ fará com que ela derrube um suflê na sua melhor roupa sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.
Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.


Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald’s se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro. Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida – não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.
O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa.

Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.


Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.
Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta.
Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez.

Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

‘Você jamais se arrependerá‘, digo finalmente.

Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados.

Este presente abençoado que é ser Mãe.



Tô crescendo mamãe

Então, meu pititico está achando que é gente grande. Olha só:




Comendo sozinho, bebendo sozinho e, olha como ele se senta! Ai, ai, como cresce o meu bebê...


17 agosto, 2012

O nascimento do Álvaro



Na segunda-feira, dia 05/12/11, acordei sentindo uma dorzinha diferente na lombar. Estava preparando as lembrancinhas e, achamos melhor (eu achei melhor) ir ao hospital. 

Após o médico me examinar disse que o meu neném nem havia encaixado. Hã, como assim? Achei que ele já ia nascer.

Tá. Marcamos o parto para a próxima segunda.
Mas a dorzinha permanecia, o incômodo continuava. Não dormia direito. A ansiedade também era muita.

Resolvemos, então, não esperar até segunda. Decidimos ir na quinta, dia 08/12/11.

Levantamos cedo, preparamos tudo, eu de jejum, e fomos: Emerson, mamãe, cunhada (ela ia assistir o parto) e nós (eu e o Álvaro).

Já na maternidade, tivemos alguns probleminhas (perderam minha ficha, tinham poucos médicos, muitos partos normais), mas deixa pra lá, quero contar como ele nasceu.

Passava das 15:oo h, fui me trocar. Na sala de pré-parto, estava muito ansiosa e, confesso que tive medo. Acariciava a minha barriga e dizia: daqui a pouco vamos nos ver meu filho. A mamãe tá um pouquinho (hãhã, um pouquinho) nervosa, mas vai dar tudo certo.

Levaram-me para a sala e, colocaram todas aquelas coisinhas. Chegaram o anestesista e o médico . A pediatra se apresentou dizendo que era ela quem ia receber o meu bebê. Uma gracinha de enfermeira me sentou pedindo pra eu ficar quietinha; era hora da anestesia. Eu morria de medo dessa parte. Já tinha ouvido horrores sobre a tal. Comecei até a cantar baixinho pra relaxar.

Aí, de repente a enfermeira fala:

- vamos sentar rapidinho.

- O quê? Já?

Sim, eu nem senti a anestesia. Ufa, essa foi fácil! Não doeu nadinha.

Então começou o meu parto. Eles falavam sobre futebol, sobre o que iam fazer no natal. Eu estava tranqüila. 

Quando já estava quase na hora, a enfermeira foi chamar a minha cunhada.
Ela chegou, começou a gravar. Eu me tranqüilizei com a presença dela.

Então o médico disse:

- vai nascer!

Meu coração disparou.

Ouvi aquele chorinho. Um choro alto e forte. Nasceu. Dando cambalhota. Apgar 9/10.

Olhei pra ele e chorei. Perfeito, saudável, lindo. Que sentimento era aquele. 

O trouxeram pra mim, e se aquietou ao ouvir a minha voz.

Falei baixinho:
- Meu filho, mamãe tá aqui. Mamãe te ama. Você é lindo. Eu te abençôo em nome de Jesus. Sê tu uma benção nessa geração meu filho.

Fiquei maravilhada. Grata a Deus por tudo está bem. E pensando que o papai devia tá doido pra ver aquela belezura.



"Nunca imaginei poder amar assim, querer alguém tão bem mais do quero a mim. Meu filho você tem o amor da mamãe pra sempre"

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Álvaro nasceu dia 08/12/2011, pesando 3.185 Kg e medindo 46 cm.

16 agosto, 2012

Posso?

Quando estava grávida ouvi várias perguntas que nenhuma grávida quer ouvir:

- nossa, sua barriga não não cresceu nada;
- engordou hein?;
- ainda não nasceu?;
- espera pra ver quando nascer;
- enquanto tá na barriga tá bom;
- tá tão difícil criar filho hoje, você tá animada hein?;
- Meu parto foi horrível!.

Vai dizer que você (mãe), nunca ouviu isso? É de doer!
Mas confesso que, de todas as coisas chatas e desagradáveis, a pior para mim é: 

- vai ter parto normal ou cesárea?

Daí você responde:

- normal.

E vê a cara de espanto da pessoa.

Mas se você escolheu a outra opção e diz:

- cesárea, já agendei.

A pessoa olha para você descontente:

- O ruim é a recuperação. A cicatriz, a barriga que não acaba mais. Pode até agendar né?  


Tá. Meu filho nasceu de uma cesariana. Por que as pessoas acham que é menos interessante que o parto normal? Meu pititico nasceu ÓTIMO, SAUDÁVEL, PERFEITO. Foi trazido para mim rapidamente, mamou de imediato. O nascimento dele foi lindo (depois conto sobre o parto e posto o vídeo).

Essa perguntinha insistente não é só na gravidez não. Depois que o bebê nasce perguntam:

- nasceu de parto normal?

- não, cesárea.

- por que?

Fala sério. Às vezes ficamos sem jeito e tentamos até explicar: eu não tinha passagem, o neném não encaixou, ele estava sentado etc.

E se foi cesárea por que eu quis? Deixa eu!

Será que eu posso escolher. Afinal, quem é que vai ter o filho?

Isso não é um incentivo ao parto cesárea, só estou dizendo que cada uma pode decidir o que achar melhor sem críticas. 





13 agosto, 2012

Dia dos pais

Ontem foi um dia muito especial para o meu esposo: o primeiro dia dos pais com o Álvaro fora da minha barriga. E não posso deixar de dizer que ele o melhor pai que nosso filho poderia ter. 

Queria registrar algo especial. Então nada melhor que contar a nossa história. 




Tudo começou em fevereiro de 2003. Embora morássemos no mesmo bairro, fomos nos conhecer em um cursinho de pré-vestibular em Belo Horizonte. 
Uma troca olhares no ônibus e, pronto! Amor à primeira vista? Sim senhoras! Deus já tinha marcado esse encontro.

O início do namoro aconteceu dia 01 de março do mesmo ano. E como eu já gostava e pensava nele o dia todo. Algumas pessoas falavam com os meus pais que eu era doida, davam nota 0 pra ele. Mas eu estava apaixonada. Era compreensiva. Marcávamos de nos encontrar e ele não aparecia, mas eu não brigava, se ele quisesse explicar bem, senão deixava pra lá. 

Quando completamos 7 meses de namoro, no caminho para a minha casa, ele disse que precisava falar comigo. 

Parei e escutei:
- Estou doente. Sou dependente químico e vou precisar ficar longe para me tratar.

Respondi logo:
- Eu te ajudo.

Ele recebeu não só o meu apoio, mas sim, de toda a minha família. Agradeço a Deus por isso, porque senão não teria casado com o melhor marido do mundo, rs.

No mês de novembro ele foi para o projeto Quero Viver em Divinópolis. Foram meses difíceis, a saudade apertava. Eu escrevia pra ele todos os dias (todinhos) e, isso me deixava mais perto dele.

Durante esses meses nós conhecemos o Deus que pode todas as coisas. Fomos transformados pelo amor de Deus.

Em abril de 2004 ele voltou, curado, graças a Deus! E aí, foi maravilhoso.

Vencemos muita coisa juntos, sonhamos, planejamos e, enfim casamos!

Dia 26 de novembro de 2006 unimos as nossas vidas e nos tornamos um.



 
E olha o lindo fruto desse amor:



“Deus pode fazer infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos”

10 agosto, 2012

Gracinhas


Ontem meu pititico aprendeu mais uma coisa: dançar. Ficou dançando no colo do pai, gracinha. Ele já sabia cantar, agora ficou completo, rs.

E olha só a última: uma hora da manhã ele acordou. Levantei pra fazer a mamadeira já que ele não havia jantado (aprendeu a cuspir a comida também). Mas ele ficou calado, então pensei que tivesse voltado a dormir. Passados alguns minutos ele reclamou. Fui até lá e ele estava de barriga pra baixo. Achei graça. tava parecendo uma tartaruga com a cabeça fora do casco esperando alguém socorrê-lo, haha. 

Beijinhos!

09 agosto, 2012

Blogagem coletiva: leite é amor


A blogagem se chama "Leite é amor" e a ideia é incentivar a doação de leite materno, então vou contar um pouco sobre minha experiência amamentando meu filho: 

Antes de engravidar eu já era fã dos blogs maternos. Quando engravidei então, nem se fala. Lia tudo, queria aprender, saber da vida das mamães, dos bebês...

Já ouvi muitas coisas sobre a amamentação, que é um ato de amor, é o melhor para o bebê, que evita cólicas, que é dolorido, o seio fica machucado, o bebê acorda a noite inteira etc...

Ainda grávida pensei em comprar a tal pomada que evita que o seio fique ferido e já ir passando para prevenir, mas acabei desistindo.

E então meu pititico nasceu. Fui para a sala de recuperação e, rapidamente o levaram pra mim. Ele mamou direitinho! Lindinho demais. A enfermeira nem precisou me ensinar porque ele já sabia. Mamava que dava até bitoca, hahaha. 

Tudo correu bem. Minha produção era excelente. O leite vazava e, constantemente espirrava no rosto do meu filhote! Meu seio não rachou, não feriu, nada disso, graças a Deus.

Quando teve seu primeiro resfriado ficamos preocupados (pais de primeira viagem) e o levamos ao pediatra. Sabem o que ele disse? 

- ele só mama no peito?
- sim, respondi.
- então não precisa se preocupar. Ele tem tudo que precisa.

Puxa, o leite materno é importante meeeeeesmo.

Os meses foram passando, minha licença acabou e quem disse que ele aceitou a mamadeira! Não pegava de jeito nenhum. Gostava mesmo era do mamá dele, rs.

Ele teve leitinho materno exclusivo até 5 meses. Depois começamos com as papinhas, sucos, as sopinhas.

Voltei a trabalhar, aí ele foi pegando a mamadeira aos poucos. No início só mamava com o meu pai. Depois foi se acostumando.

Álvaro mamou até 7 meses, porque meu leite secou, snif. 

E hoje com 8 meses só toma mamadeira. Optamos pelo APTAMIL, já que o NAN deixava o intestino dele bem preso. É um bebê muito saudável, esperto, inteligente.

O que eu digo da amamentação?
É sim um ato de amor; um momento lindo entre mãe e filho. Saber que você alimenta, nutre aquele serzinho é maravilhoso!

Mas para as mamães que não puderam e alimentaram seus bebezinhos com outro leite, não deixa de ser um ato de amor não viu? Tem que ter amor, isso é o mais importante.





"Esse post faz parte da Blogagem Coletiva com objetivo de incentivar a doação de leite materno aos Bancos de Leite. Saiba mais informações de como doar clicando aqui!"

Brilhante iniciativa do blog Mil dicas de mãe. Espia lá!

08 agosto, 2012

8 meses!

Vou dizer o óbvio né? Passou rápido! Mas passou mesmo. 
E o que dizer do meu pititico?

- se arrasta de bumbum;
- quer levantar em tudo que pode segurar;
- se agarra na minha perna;
- além de mamãe, papai, vovó, fala naná, neném, dá, tudo do jeitinho dele;
- come muito bem;
- acorda uma vez na madrugada;
- faz gracinhas com a boca;
- aprendeu a piscar os olhinhos;
- faz carinhas;
- ainda não nasceu o dentinho.

Filho,
a mamãe é MUITO feliz por ter você. Adoro suas gargalhadas; acho lindo você ficar olhando para a porta lá do seu bercinho, esperando por mim ou pelo seu pai. Fico me lembrando de você nos primeiros meses: na hora do banho eu pegava a sua mão e batia na água. E hoje, você faz a maior bagunça! Espalha água pra todo lado, fica girando na banheira, quer se levantar, tomar a água do banho. Ai ai, você tá muito lindo.

Parabéns pititico! Eu e o papai amamos você mais do que tudo.

06 agosto, 2012

Novo blog

Meninas,
Eu ainda vou falar sobre mim e o maridão, como nos conhecemos, quando nos casamos; contar como o Álvaro nasceu, postar as fotos dele até agora, enfim, vou apresentar melhor a minha família tá? 

É que a empolgação tá tão grande com a ideia do blog que já tô criando um mais bonitinho (quer dizer, um amigo meu tá fazendo, um site). Aí, nesse mais arrumadinho vai ter de tudo, a nossa história, as fofurices do meu filhão, dicas para as mamães, experiências minhas, espaço para quem quiser compartilhar algo etc.

Assim que estiver pronto eu conto tá?

Bjs!

Assadura

Bom dia!

Essa madrugada o pititico acordou chorando muito. Peguei, balancei, perguntei o que era e, nada. Emerson veio e ele não quis nem saber. Percebi que havia feito cocô. Vamos trocar e o que eu vejo? Ele tá assado. Jesus! Tadinho, tava vermelhinho. Chorou enquanto eu trocava a fralda, passava a pomada. Queria mesmo era passar maisena (aprendi com a minha mãe e funciona mesmo) mas tinha acabado.

Foi a primeira vez que isso aconteceu. Acho que é por causa do dentinho que tá pra nascer. Ai ai, dá vontade de chorar também. Mãe é assim mesmo né?


03 agosto, 2012

Final de semana

A sexta-feira chegou! Final de semana abençoado pra nós!

02 agosto, 2012

Obrigada pela preferência!


O Álvaro adora o pai. Também, não é pra menos. Maridão é um lindo, um fofo. Ele canta músicas de autoria própria, dança, grita, e faz mil e uma coisas pra ver o filhote sorrir. Mas não é só isso não: troca fralda, e quase sempre a roupa toda, já que o cocô “de cedo” costuma vazar pra todos os lados; põe pra dormir; leva pra passear; pra ver jogo no campinho; pra tomar sol. É um tchutchu.

O engraçado é que apesar de tudo isso, quando o pititico acorda no meio da noite, vai o papai pegar ele pra ver! Como chora esse menino! Não adianta cantar, balançar, nada. Faz birra de verdade. Aí eu tenho que levantar né?

Meu marido diz:
- queria te ajudar, mas ele não gosta.

Respondo:
- eu sei.

E fico pensando: por que será que ele não quer o papai no meio da madrugada. Eu bem que ia gostar de dormir uma noite inteira.

Mas querem saber a verdade?
No fundo, no fundo, fico feliz em saber que ele adora o meu colinho, meu cheirinho e, falo baixinho:

- Obrigada pela preferência!