28 setembro, 2012

Duas postagens no dia?

Mas é só pra contar que tô mega feliz!

É que eu andei "babando" por causa dos tapetes da querida Tati

Tinha dado uma saidinha aqui no trabalho e, quando retorno o que encontro? O TAPETE!

Obaaaa, ele chegou!

Tô doida pra chegar em casa e colocar o pititico pra brincar, rs.

Que bom que é sexta, vamos deitar e rolar, hahaha. Segunda posto as fotos e quem sabe um vídeo.

Beijo, e ótimo final de semana amores!

Mãe é tudo igual?

"Mãe é tudo igual, só muda o endereço". Acho que todas nós já escutamos essa frase ou até mesmo dissemos! Mas será que é isso mesmo?

Todas as mães amam seus filhos incondicionalmente?

Assunto difícil. Mas andei lendo tanto sobre culpa, não-culpa, menos mãe, mais mãe, que comecei a pensar se somos mesmo todas iguais.

É certo que existem vários tipos de mãe: super-protetoras, descontraídas, bravas, silenciosas, neuróticas, amigas, inseguras, culpadas, perfeitas etc.

Diferentes estilos, mas creio que cada uma a seu modo querem ver seus filhos saudáveis e felizes.

Mas o que dizer das mães que abandonam seus filhos? Que não os querem? Que não se importam com eles?

Psicólogos dizem que esses atos devem ser compreendidos porque, a maioria dessas mulheres sofreram sérios abusos quando eram crianças e, por isso, não conseguem desenvolver a relação da maternidade e o sentimento de amor.

Mas qual de nós ao ouvir uma notícia de mães que abandonaram seus bebês pensa nisso, compreende? Eu não o faço. Fico indignada, julgo, não consigo entender como ela pode ser capaz de algo tão cruel.

Por que? Será por vergonha? Depressão pó-parto? Falta de estrutura familiar?

Não sei. Mas eu como mera mortal, não consigo entender isso e, na verdade, nem sei se quero.

O que vocês pensam a respeito?



27 setembro, 2012

Sobre o 1º aniversário

Ai meninas, esse aniversário...

Algumas coisas aconteceram e nos fizeram mudar os planos.  Porque a grana tá curta... Mas vai rolar a festa né? Porque o primeiro aninho não pode passar em branco. Será em casa mesmo, mas só para a família (avós, tios e primos).

A grande novidade é que mudamos o tema! Será MISTER MAKER, quer dizer MISTER ÁLVARO!

Mudamos porque, podem acreditar, é o programa favorito do pititico. E vai ficar lindo porque é super colorido também. Tô muito empolgada e ao mesmo tempo aflita. É que muita coisa eu mesma vou ter que fazer, e como já sabem não sou muito criativa.

Vou servir salgadinhos, cachorro-quente, pipoca. Vai ter docinhos, claro! Muitos brigadeiros, haha, amo. Se eu soubesse fazer cupcakes...vou ver o que consigo.

Acho que vou fazer lembrancinhas mesmo sendo só para a família, o que vocês acham?

Olha o que eu achei na internet:









Gostaram?

26 setembro, 2012

Os nossos filhos

Porque nós mães queremos muito para os nossos filhos: que eles sejam educados, amáveis, obedientes, estudiosos, felizes.

Sim, porque somos mães uai! E qual mãe não quer o melhor para o seu filho?

Acontece que de tanto querer costuma rolar aquela comparação, aquela inveja do filho da outra sabe? "O filho de fulana já fala, já anda, usa chupeta, dorme a noite inteira, não usa chupeta, faz xixi no piniquinho, é gordinho, é alto, come de tudo".

Sabe o que eu estava comparando? A altura. Verdade. Explico.

Álvaro nasceu "pequeno", 46 cm. O primeiro pediatra dele disse que ele não vai ficar alto. Hum. Sei. A segunda pediatra disse que não dá pra falar isso, que os filhos deram cresceram de uma vez. Que ele pode chegar em determinada idade e se esticar. Fiquei feliz com a segunda opinião, rs.

Mas aí comecei a pensar: o que tem ser baixo, alto, magro ou gordo? O importante é claro é serem saudáveis. Sim, isso sim.

Peço desculpas ao meu filho por esse pensamento tão bobo. Eu o amo de qualquer jeito. Se ficar baixinho,  se for um gigante, ele será sempre o bebê mais lindo da mamãe.

Temos que querer sim tudo de melhor, mas não querer a aparência "padrão mundo".

Parei pra pensar em quantas crianças estão sofrendo preconceitos nas escolas e em casa. Porque quase sempre começa em casa.

Nosso papel de pais é tornar nossos filhos seguros, felizes do jeito que são.

Eles precisam saber que são amados exatamente da maneira que são!

 Tem que partir de nós. Nada de comparação. Cada criança tem o seu tempo. A sua personalidade.


Pititico da mamãe!

25 setembro, 2012

Muitas coisinhas

Ontem Emerson foi retirar o cateter. Ele disse que doeu muito, mas ficou aliviado de estar livre daquilo.

Estava tudo bem até às 21:00. Ele começou a sentir dor, muito dor. A mesma do cálculo renal. Liguei pro médico e ele falou que isso era normal de acontecer (porque ele não disse isso no consultório?), e se a dor estivesse muito forte teria que retornar ao hospital para ser medicado. 

Hospital de novo. Porque não adiantou tomar remédios em casa. Minha sogra veio ficar com o pititico.

Puxa, me deu uma tristeza. 

***

É que já tínhamos chegado tarde pra pegar ele na casa da minha mãe, e ele não queria vir comigo, só com o pai. Quis mamar com o pai, dormir com o pai. Eu ia pegá-lo, ele se virava  e ainda esboçava um "não". Hummm.     

Aí a gente teve que ir pro hospital e eu fiquei pensando e chorando. Tinha ficado longe dele o dia inteiro e nem o aproveitei quando cheguei. Deu um aperto no coração sabe? 

Ainda bem que não precisamos dormir lá. Duas horas da manhã estávamos de volta. 

Quatro horas o pititico acordou pra tomar a mamadeira. Eu fiquei cheirando o cabelo dele, beijando, fazendo carinho na mãozinha. 

Bobinha.

****

Emerson acordou bem, graças a Deus. 

Embora cansada, fui até o quarto do pititico. Seis horas da manhã e ele já tinha retirado o lençol do berço, jogado o travesseiro no chão e feito muuuuuuito cocô. 

Deu um belo sorriso pra mim! Eu o abençoei, dei beijo de bom dia e bora trocar a fralda e a roupa, porque já tinha até vazado.

Ficou fazendo gracinhas pra mim. Será que ele queria compensar a noite anterior? Sei lá. Mas eu tava adorando.

Aprendeu a mostrar a língua, então era só dizer: cadê a língua? E ele mostrava, depois caía na risada. Tava um amor comigo. 

Queria passar o dia com ele assim. Juntinhos, rindo da cara um do outro. Mas fui trabalhar né? Deixamos ele na vovó. Deu vontade de chutar o balde. Mas não dá pra chutar agora, rs. 

Mas tá bom, com a manhã veio também a alegria . Emerson volta a trabalhar hoje e se Deus quiser vai dar tudo certo.










24 setembro, 2012

Do fim de semana

Ele tinha pediatra marcado no sábado. Mas não fomos. É que marquei com a pediatra errada (aiai). Esperei mais de um mês por essa consulta e descubro no dia que não era quem eu tava pensando. Agora é esperar de novo...

Ficamos em casa e foi muito bom porque Emerson tava com a gente. Estão muito unidos pai e filho (menos de madrugada).

O pititico quer passear e passear. Não gosta mais de ficar dentro de casa. Haja braço!

***

Ele me encanta com o que anda fazendo:

- Aprendeu a chamar de verdade dizendo "Ei";
- Balança a mão ao ouvir a palavra NÃO;
- Se joga pra traz dando gargalhadas gostosas;
- Imita nossas caras e bocas;
- Aprendeu a dizer pipi (se referindo ao próprio pinto).


Eu amo esse menino!



21 setembro, 2012

O cordão umbilical, o coto e o umbigo

Quando descobri a gravidez comecei a ler tudo sobre bebês: parto, enxoval, decoração, amamentação, como escolher a maternidade etc. Assistia vídeos de como trocar a fralda e dar banho.

O engraçado é que não li nada sobre o umbigo do bebê.

No dia que meu pititico nasceu, ali na sala de parto, eu olhei para o cordão umbilical e achei ele tão grosso. Sim, em meio a todo aquele chororô eu pensei nisso.

Em casa começou a história. Uma enfermeira foi até lá me dar dicas, ensinar cuidados básicos e responder as minhas infinitas perguntas. Aí me mostrou como cuidar do umbigo. Na verdade cuidar do coto (aquele pedacinho do cordão umbilical que daria lugar ao umbigo de verdade). Parecia fácil: depois do banho ou troca de fralda, era só molhar a ponta da gaze em álcool e enrolar o coto. Ela frisou bem pra não colocar pó de café, fumo, moeda etc. Claro que eu não ia colocar nada disso né? Mas ela disse que ainda tem muita gente que faz isso.

Tá. Eu fiquei craque em curar umbigo de neném. Coisa mais fácil, hahaha. Mas não era bem assim.

Os dias foram passando e o coto continuava ali, firme e forte. As perguntas indesejadas começavam: não caiu ainda? E parece que vai demorar a cair! Você tá colocando álcool? Vai ficar estufado!

Ninguém merece. Eu já estava ficando perturbada. Dez dias e nada dele cair. Ele resistia, não dava nem sinal de querer ir embora. Meu marido ficava com dó achando que doía. Mas não dói, só que é chato dar banho com aquele negocinho ali.

Fomos ao pediatra e ela disse que era normal. Que podia demorar até 2 meses pra cair (tempo demais né?). Ela disse também que meu filho tinha uma "herniazinha" mas que depois ia sumir. Perguntei se ia ficar estufado e ela respondeu que isso é questão de genética. Falou pra não molhar na hora do banho (eu tava molhando e o coto tava gosmento) e sempre verificar se não estava molhado de xixi.

Bom, dúvidas esclarecidas e eu mais tranquila continuei cuidando. As coisas começavam a melhorar, o coto estava mais sequinho.

O natal se aproximava e eu estava doida que o bendito caísse pra eu contar pra todo mundo, que não ajudou, só deu pitaco.

Todo dia de manhã eu olhava e lá estava ele.

O natal chegou, 25 de dezembro de 2011, de manhãzinha (porque ele sempre acordou cedo) eu vou trocar a fralda do pititico. Aí notei algo diferente. Olhei e, ops! O coto, cadê ele? Hahaha, caiu! Não acreditava, tava solto. Depois de 17 dias ele caiu!

Contei naquela noite pra TODOS.

Ficou aquela feridinha, continuei usando o álcool até cicatrizar.

E o umbigo surgiu, lindinho.

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E é claro que guardei aquele pedacinho.


Sorteio no blog Nosso Rei Arthur


Bom dia florzinhas!!!


Tá rolando sorteio lá no blog da mamãe Camila, confere lá. É bem fácil de participar e os prêmios são lindos!
  
Claro que eu quero ganhar né, mais quem sabe vocês tem alguma chance, rs.


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Beijo grande!


20 setembro, 2012

A sensação do momento

Ele descobriu mesmo que consegue ficar de pé. Só que quer ficar de pé em TUDO!








Lindo da mamãe!

19 setembro, 2012

Desleixada?

Acho que todo mundo já ouviu isso: depois que fulana teve filho ficou tão desleixada!

Eu ouvi. Várias vezes. Recentemente. Comigo!

- Agora você tá melhor, porque quando seu filho nasceu tava desleixaaaada.

Me segurei pra não dá uma resposta cheia de raiva. Fiquei calada mas parei pra pensar nisso. Quando nos tornamos mães realmente ficamos desleixadas? Largadas?

Tá, vamos lá.

Sabemos que não é nada fácil esse processo de nascer uma mãe.

Na verdade as etapas desse processo começam antes mesmo de engravidarmos. Algumas simplesmente deixam de tomar a pílula, outras precisam de tratamento. A ansiedade da espera é difícil.

Mas conseguimos e durante a gravidez que é um período lindo, um estado de graça, passamos por muitas mudanças. Choramos, rimos, temos dores lombares, enjoos, pés inchados, desejos, intolerância, ansiedade quanto ao parto, tudo junto.

Aguentamos a falta de respeito das pessoas em relação às grávidas (eu não sei porque algumas pessoas tem raiva das grávidas), indiretas no trabalho etc.

E assim chegamos ao grande dia: o bebê nasce. E aí vem o medo de ser não ser uma boa mãe, a recuperação, os pontos inflamados, o cansaço, a solidão, os seios rachados, a depressão.

Muita coisa envolve o nascimento de uma mãe.

Nós não temos tempo pra nós mesmas. Fazemos tudo rápido enquanto eles dormem ou enquanto alguém fica com eles pra gente. O banho, escovar os dentes, pentear os cabelos, dormir, fazer cocô, tudo pela metade.

O bebê mama a cada duas, três horas. Alguns ficam no peito 10 minutos, outros uma hora. Permanecemos de camisola o dia todo. Se temos alguém nos ajudando ótimo, mas se não... Quantas vezes colocamos o bebê pra dormir, já tarde da noite, e fomos correndo tomar um banho, felizes por isso, e de repente o bebê começa aquele choro. Dá vontade de chorar também. Saímos enroladas na toalha, cheias de sabão pra ver o que aconteceu.

Não é fácil.

E quando seu filho tem cólicas? Ah, isso é terrível! E não existe receita. Você fica remoendo as informações recebidas, pensando nas dicas, conselhos, palpites, e às vezes nada dá certo.

Minha recuperação foi dolorida, meus pontos inflamaram, mas meu peito não rachou, tinha leite que era uma beleza, meu filho não teve cólicas (puxa, fui feliz hein?), brotoeja, nada disso. Mas acordava a noite inteira, só queria colo.

Teve um dia que meu marido chegou do trabalho onze horas da noite e, eu tava chorando porque tava com fome e não tinha tomado banho ainda.

Parece que a gente vai enlouquecer!

Demoramos a entender que não somos mais uma pessoa só. A ficha vai caindo aos poucos. Parece que nos perdemos um pouco. Perdemos a nossa identidade sabe?

Certo dia me dei conta que as calcinhas usadas durante a gravidez ainda estavam lá na gaveta. Pra que? Claro que não dava mais pra usar aquilo né? Me desfiz delas na mesma hora.

Mas isso é o primeiro momento. Os primeiros meses, parecem assustadores.

Descrevendo sobre tudo isso vejo que cuidamos do bebê, da casa, do marido e ainda temos que escutar que estamos desleixadas?

Não dá pra aguentar. É de doer. Mais compreensão aí né?

Aos poucos as coisas vão voltando ao normal. Não que ter um filho não seja normal. Só não é fácil. Transforma a nossa vida,  nossa casa, nossa mente, nosso corpo, muda tudo. Muda a nossa maneira de ver o mundo, de amar.

Mas sinceramente, esse tipo de comentário entristece, chateia. Fico com raiva.

Então quando eu ouvir isso de novo, não vou me calar. Desaforo.

Porque na verdade essa é só uma fase, passa logo. E estamos mais lindas depois que tivemos nossos filhos porque somos mais felizes. E é a alegria do interior que traz formosura ao rosto.



18 setembro, 2012

Pagando mico

Ah tá eu não sabia. 

Minha cunhada virou pra mim e disse:

- Andréia, você tem que trocar o bico da mamadeira do Álvaro.

Respondi:

- mas ele tá novinho!

Ela riu e explicou:

- não é por isso. É que esse é só até os seis meses do bebê, agora ele tem que usar o nº 2, a partir de 6 meses.

Hahahaha, que mico. Eu não sabia. Juro. Eu não me lembro de ter lido e nem guardo a embalagem para eventuais consultas.

Corri e comprei o tal bico ontem. Ele estranhou um pouco mas mamou numa boa. Aiai...





17 setembro, 2012

Papai dodói, a primeira noite do pititico fora de casa e o que tem de novo

Puxa, não deu pra espiar as novidades esse final de semana florzinhas. 

Deixa eu contar o que aconteceu:

Emerson chegou do trabalho na sexta-feira às 00:00. Tomou banho e se preparou pra dormir. Mas começou a sentir uma dor no lado direito muito forte. Ficamos tentando saber o que podia ser. Passou meia hora e ele disse que havia aliviado.

Que bom, porque aí o pititico acordou. Dei a mamadeira e ele voltou a dormir. Quando voltei pro quarto Emerson tava gemendo de dor. Foi pro banheiro e tava pálido. Vomitou e não conseguia fazer xixi. Era cólica renal. Ele já tinha tido isso uma vez.  Resolvi que íamos pro hospital.

Chamei uma ambulância, liguei pra minha sogra e pedi pra ela ir dormir lá em casa com o pititico (ainda bem que moramos perto).

Emerson foi gritando de dor até chegarmos no hospital. Lá foi medicado, fez exames, tomou até morfina porque a dor não parava. Fez um ultrassom e vimos o motivo: uma pedrinha bem grandinha. Essa pedra "entupiu" o canal da uretra e o xixi vazou, daí a dor intensa.

O urologista pediu a internação dele e a cirurgia foi realizada às 13:00 no sábado. Na verdade foi feita uma espécie de endoscopia. Não precisou de corte. Retiraram a pedra. Dormi no hospital com ele já que a alta seria no domingo.

***

Voltando um pouco, liguei pra minha mãe seis e meia da manhã no sábado e pedi pra ela pegar o pititico. Ele ia ter que dormir com ela. 

Chorei de saudade dele e fiquei preocupada se ele ia dormir bem, se não ia chorar etc. 

Domingo cedinho liguei pra saber e ele tinha se comportado muito bem. Menino mais lindo da mamãe... Minha mãe contou que ele reclamou um pouco quando anoiteceu, ficou me chamando de manhã, mas para a primeira vez foi ótimo.

***

Estávamos morrendo de saudades dele. Emerson recebeu alta 08:00 da manhã de ontem, chegamos em casa, tomamos um banho e fomos buscar o nosso filhote. Ele fez uma carinha tão linda quando me viu! Me abraçou, beijou, olhou nos olhos e riu. Eu fiquei emocionada, boba. Riu também pro papai e aí queria ficar só com ele (tudo bem, já tô acostumada).

Não quero ficar longe dele mais não, é muito ruim.

***

Emerson segue se recuperando, não pode pegar peso, porque está com um cateter (um tubo que possibilita a drenagem ou injeção de fluidos), ainda tem dor de cabeça e enjoos, mas logo estará bem.

***

Hoje tenho uma novidade: o pititico se sentou, pela primeira vez, sozinho no berço. Coisa mais linda do mundo. Fiz a maior festa né? Olha aí:


14 setembro, 2012

Pode tomar água do banho?

Com muito cuidado, damos o banho nos nossos bebês bem atentas pra que nada de errado aconteça. De repente ele começa a tossir e ficamos desesperadas. Ele engoliu água. Mas está tudo bem. É claro que aquela água não é própria para consumo, porque além da sujeirinha do corpo da criança tem o sabonete, o shampoo.

Então eu faço assim: deixo ele brincar na água um tempinho e depois dou o banho de verdade. Pelo menos ele engole água limpa, rs.

E ele curte mesmo o banho! Além de molhar tudo que está à sua volta, agora deu pra fazer bolinhas na água.

Isso não nada de mal, mas toda vez ele se afoga. Pior é que não tem medo e nem se assusta. Assim que se recupera recomeça.

A mãe falta arrancar os cabelos. Levanta o braço, bate nas costas e nunca termina a filmagem, rs.

Vixe, é uma loucura!

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13 setembro, 2012

Blogagem coletiva : Quanto mais amor melhor


Para ver de onde surgiu a linda ideia da blogagem clique aqui .
Confesso que fiquei perplexa ao assistir o programa da Fátima Fernandes. Desculpa aí se alguém concorda, mas eu não concordo em deixar nossos filhos chorarem até se cansarem.

Eu sei que a gente fica cansada, com sono e tal. Mas deixar o bebê se esganar de chorar no berço pra que ele aprenda a dormir  não entra na minha cabeça.

Gente, tem uma mãe que diz no programa "que sofreu 5 dias mas depois ficou tudo bem". CINCO DIAS, como ela conseguiu. Não acredito que ela dormiu.

Me perdoem se não concordam com a minha opinião, mas como amando incondicionalmente você consegue deixar seu bebê chorar, chorar e chorar?

O meu pititico acordava de duas em duas horas pra mamar até os cinco meses. Tinha noite que eu estava mais cansada mas eu me levantava sempre para atendê-lo. Nunca gostei da expressão "criança dá trabalho", prefiro dizer que a criança é dependente, só isso.

Teve gente dizendo: deixa chorar, ninguém come a noite, não inventa trocar fralda de madrugada etc. 

Não, aqui em casa não rola isso. Então se o bebê faz cocô no meio da madrugada vai ficar assim até amanhecer o dia? 

Meu filho está com nove meses e ainda acorda uma vez pra mamadeira. Não costumo trocá-lo a noite, mas se for necessário troco numa boa. 

Se ele chora tendo entender o porque do choro. Acredito que o bebê não chora sem motivo, que de repente ele pensa: ' vou chorar pra irritar a mamãe e o papai'. 

Pode ser de fome, pela fralda molhada, uma dorzinha de barriga ou simplesmente uma vontade de ficar no colo. Às vezes a única coisa que podem estar querendo é o calor da mãe, a segurança que ele tinha ali, no útero.

Vamos pensar: não deve ser nada fácil se acostumar aqui fora né?

Então aqui em casa nos esforçamos para ensinar o nosso pititico com amor. Queremos que ele saiba que está seguro, que estamos sempre perto. 

Ele tem o nosso amor pra sempre e eu sei que quando ele crescer vamos sentir falta de quando ele era tão dependente, tão nosso...


12 setembro, 2012

Ainda sobre a pirraça, birras e afins

Como dizia a minha vó: criança já nasce sabendo.

Domingo, como de costume, fomos à igreja. Emerson estava de folga mas ficou assistindo futebol. 

O pititico chegou lá com cara de poucos amigos já que, queria tirar uma soneca 18:30 h (isso é hora de soneca?). Ficou resmungando, reclamando. Não quis nem saber de cantar, dançar, nada. Só aquele chorinho chato sabe?

Tá, me levantei e assim permaneci pra ver ele ficava bonzinho. Que nada. Ô murrinha viu?

Isso já durava quase uma hora. Aí eu falei com ele baixinho em tom repreensivo:

- se você continuar com essa chatice nós vamos embora.

Pra que falei isso. Ele abriu um berreiro, chorou como se eu tivesse batido nele. Peguei as minhas coisas e fui embora. E falando com ele no caminho de casa:

- precisa fazer isso, ficar chorando sem motivo. Ah nem.

Cheguei em casa, Emerson pegou o pititico e eu segui reclamando:

- pensa que ele não parou de chorar e de resmungar um segundo. Ah não, eu passeei com ele o dia inteiro, brinquei, e agora ele não pode ficar quieto um pouquinho pra eu fazer o que gosto? Não, né, não pode. Eu tô nervosa!

Emerson disse todo calmo:

- ô amor, ele tá te olhando com uma carinha...

Quando eu olhei pra ele percebi que tava prestando atenção em tudo e, com uma carinha de arrependido. Morri de dó. Bobinha. Peguei ele pra trocar a fralda e colocar o pijama. Beijei, disse que o amava, mas que não custava nada ele se comportar direitinho...

Quero só ver domingo que vem se ele entendeu mesmo.

11 setembro, 2012

A danada da pirraça


Tá bom, eu confesso:  nunca gostei de pirraça. Mas peraí, tem alguém que gosta? Acredito que não. 

Eu ficava com dó quando via uma mãe tentando controlar o filho que rolava no chão do supermercado querendo alguma coisa. Aff, já pensava logo: tomara que o meu filho não faça isso!

Vivia aconselhando minhas irmãs e cunhadas quanto as pirraças dos meus sobrinhos: deixa de castigo, põe na cadeirinha do pensamento, deixa chorar até cansar etc.

Mas  agora tô começando a sentir na pele que a coisa não é fácil não. 

Meu pititico tem apenas 9 meses e já tá fazendo birra se não deixo pegar o que quer; porque não quer ir embora da casa das priminhas; porque quer ir pro chão onde não dá. Se joga pra trás, resmunga, chora, sacode os braços. Deus me acuda!

Marido e eu dizemos: 

- não vai ficar teimoso meu filho.

Queria mesmo é saber com quem ele aprendeu isso. Porque é tão difícil impor limites as crianças? Por que é difícil dizer não?

***

Tô vendo que educar é cansativo. Falo não, não pode, não sei quantas vezes. Acho que a tarefa de impor limites é uma das mais difíceis.

Vocês passaram ou estão passando por isso? Como é que eu faço? Como agir? Isso vai passar? 


10 setembro, 2012

O sumiço e os 9 meses

Pensaram que aproveitei o feriado e viajei né? Nada disso. O sumiço foi porque fiquei sem internet, aff. Ninguém merece! 
E eu querendo contar as novidades.

***

Sábado, dia 08, o meu pititico teve seu nono mêsversário! E olha o que aprendeu:

- dar tchau;
- ajuda a tirar a roupa;
- sorri agradecendo quando ganha alguma coisa;
- pega o brinquedo da priminha e sai correndo, quer dizer se arrastando bem rápido, kkk.

Além de muita bagunça, claro!



06 setembro, 2012

O resultado do concurso

Meu pititico não ganhou o concurso da Araújo, que peninha!

Mas eu agradeço a todas que votaram. Obrigada!

Beijo Grande!!!

05 setembro, 2012

Sobre a vovó e o vovô

Meus avós moravam numa cidade no interior (na roça mesmo) de Minas. Me lembro apenas de uma vez que estive lá. Não tinha luz e usávamos lamparinas. Era criança, acho que tinha uns dez ou doze anos, não me lembro. Me diverti muito. 

O meu avô era baixo, branco (não usava bermuda de jeito nenhum, dizia que as pernas eram muito brancas), falava alto e os cabelos eram bem lisos. A minha vó era negra, alta, cabelos cacheados e compridos e muito calada. Falava baixo e tranquilamente.

Eles vinham bastante à minha casa, já que meu avô vivia doente. Ele tinha asma, gastrite crônica, tossia demais.  

A minha mãe acompanhava o meu avô sempre que precisava. Ela os amava.

Certo dia, conversávamos na sala quando o telefone tocou. Minha mãe atendeu. Notícia ruim. O semblante dela decaiu. Achei que ela fosse desmaiar. Minha avó teve um infarto. Faleceu. Ficamos muito tristes. Minha mãe sofreu, nunca tinha visto ela daquele jeito.

Eu conheci a nova casa deles na "cidade". Eles haviam se mudado. Pena que não era um bom momento.

Passou-se um tempo e o meu avô piorou. Ficou internado e eu o visitava constantemente. 

Ele não aguentou e também foi embora.

Me peguei pensando nisso esses dias. Pensando nos meus avós. No meu avô que sempre me dava dinheiro (ele adorava fazer isso). Na minha avó que era chamada de "dindinha".

Fico feliz que o meu filho tenha o privilégio de ter duas vovós e um vovô. E mais ainda, que eles tem tempo pra brincar com ele, pra mimar, pra curtir. 

Eu queria ter tido isso sabe? Passear com a vovó e o vovô? Acho lindo!

***

Quero que o meu filho valorize isso. Quero que ele os ame, respeite, se importe com eles, porque o tempo passa rápido e o importante são as pessoas, não as coisas.





04 setembro, 2012

Tô pedindo!

Oi meninas!

Meu pititico está participando do concurso "seu xodó é o xodó da Araújo". Me dão uma mãozinha? A votação termina amanhã às 12:00 h.

Ele concorre com essa foto:






   

03 setembro, 2012

Beijinhos, abraços e o pai de primeira viagem

O domingo foi ótimo, fiquei pelo quintal afora com meu filhote. Comeu ameixa (aquela amarelinha sabe?) e adorou. Agora gosta das frutas mais azedinhas. Não quer  nem olhar pra banana, haha. 

Aprendeu a dar beijinho de esquimó e é fã do meu abraço apertado. 

Tava um carinho comigo. Emerson trabalhando então ficamos só nós dois.




***

Depois das seis arrumava o pititico pra irmos à igreja. Na hora de colocar o tênis foi um chororô danado.  Fiquei sem entender e achei que ele não queria calçar. Tá bom. Coloquei uma sandália e pensei: 'se chorar vai descalço mesmo'.

Fui fazer a mamadeira pra levar (porque ele não jantou) e lá vem o chororô de novo. Sai do lado de fora com ele, ele se distraiu, se acalmou e fomos. É bem tranquilo porque a igreja é pertinho da nossa casa.

Ele tava ótimo, cantando, dançando, neném mais fofo.

Já passava das oito ele começou a reclamar. Era fome e sono. Dei a mamadeira e ele já tava cochilando quando de repente, se levanta e vomita tudo. Ai meu Deus! Sai leite até pelo nariz! Tadinho do meu filho. Ele olha pra mim assustado eu o abraço (sem me importar de sujar a minha blusa) e digo: 'vamos pra casa meu amor, vai ficar tudo bem'.

Depois de um banho coloco ele pra dormir. Minha mãe me liga e conto pra ela o ocorrido. Ela diz pra observá-lo, que deve ser por causa dos dentes (eles tem levado a culpa de tudo) ou por causa da alergia.

Uma hora da manhã ele tava resmungando e fui até lá.

O peguei no colo e ele tava ardendo em febre. Chamo meu marido. Emerson fica com ele enquanto pego o remédio. O pititico faz vômito. O papai que não acostumado com o filhote dodói (é a primeira febre alta) fala logo:

- ele tá muiiito quente. Vamos levar ele pro médico.

Eu respondo (calma, podem acreditar):

- eu vou dar o remédio e vamos esperar. Se a febre não baixar...

Ele toma o medicamento numa boa. Tiramos a calça dele e o levamos pra nossa cama. Não quis ficar lá, gosta do seu espaço.

Dei mamadeira, coloquei ele no berço e a noite inteira ia ver como estava.

Acordou bem, um pouco abatido, mas sem febre.

Eu pensei em ficar com ele, mas minha mãe disse pra eu ficar tranquila que ia medindo a temperatura, e qualquer coisa me ligava. Sim, é muito bom ter a minha mãe pra cuidar do meu filho. Eu consigo ficar segura.

***

Liguei pra ela ainda de manhã e o pititico estava bem, a febra não voltou. Já tinha até comido metade de uma pera, rs. Ufa, graças a Deus!

Tranquilizei o papai preocupado e pensei:

'nem só as mães de primeira de viagem se descabelam e querem sair no meio da madrugada por causa de uma febre...'